O que quero de ti, meu querido (ano novo)❤

Muitos dirão que o tempo dos desejos de ano novo já expirou; que a meio do primeiro mês já é tarde de mais. Lembra-me a discussão de até quando é aceitável desejar “Feliz Ano Novo” aos outros… por mim até quando nos sentirmos em modo de recomeço. E eu ainda me sinto em pleno processoContinue a ler “O que quero de ti, meu querido (ano novo)❤”

Quando a cabeça tira férias

Férias é tempo de descanso e de reflexão. De balanços e planos para o mais imediato, pelo menos para mim. Quando o ritmo abranda e o corpo relaxa abre-se espaço para a mente reflectir, divagar, sonhar. E como sabemos, o sonho comanda a vida! Este ano tenho dado por mim a usar esse “espaço aContinue a ler “Quando a cabeça tira férias”

“Haters”, “bullies” ou só tristes

O tema de hoje é muito sério e cada vez mais atual. Faço parte do clube de pessoas para quem o Amor é o bem mais importante que possui e dos que acreditam que é o mesmo que nos define como seres pensantes e emocionais; e em contrapartida, para quem qualquer forma de ódio pareceContinue a ler ““Haters”, “bullies” ou só tristes”

Portugal na Commonwealth?

Resolvi parar por uma semana e gozar umas muito merecidas (eu acho!) mini-férias. Aparentemente tinha usado de proactividade em marcar férias na altura dos feriados de Junho, logo no início do ano, e depois esqueci-me! Acordei para a realidade a poucos dias de iniciar a pausa calendarizada e confesso que achei logo que não davaContinue a ler “Portugal na Commonwealth?”

Porque amo Maio

O quinto mês do calendário gregoriano, conhecido entre outras coisas pelo mês das flores, da primavera, de Maria, das Mães, das noivas, tem demonstrado ser um mês importante para mim. É com frequência o mês de renovação e de eventos importantes, associado a maior energia; mês de decisões marcantes. A verdade é que é quandoContinue a ler “Porque amo Maio”

Quero (tão simplesmente) ir!

Fiz parte daquele clube das pessoas que têm medo de voar. Durante demasiados anos tive de me obrigar a ultrapassar o medo e muitas vezes viajei, mesmo que em estado de pânico. As minhas obrigações profissionais assim o exigiam e, ou ultrapassava o medo ou ía acompanhada por ele, não tinha alternativa. E como todaContinue a ler “Quero (tão simplesmente) ir!”